26 de maio de 2024

Os principais elementos teológico-litúrgicos da catequese mistagógica nas orações do II ao VI Domingo da Páscoa.

Por Antônio Ruan Cordeiro de Oliveira

  1. Introdução

No Tempo Pascal, a Igreja celebra, durante cinquentas dias, as Alegrias do grande mistério da paixão, morte e ressurreição de Jesus. O ponto culminante e definitivo do mistério da salvação se encontra na Páscoa. Portanto, o mistério pascal, em certo sentido, é todo o mistério cristão celebrado nas festas litúrgicas, sendo, contudo, o próprio mistério da Redenção e sua participação sacramental que são figurados pela Páscoa[1]. Na verdade, obtém-se conhecimento completo e frutuoso desses mistérios através da participação dos sacramentos recebidos, isto é, da experiência celebrada na vida de todos os batizados. Toda a comunidade, passa por esse processo de compreensão, essa mistagogia, da vivência do mistério pascal, a qual toda liturgia está centrada[2] e na qual todos os batizados crescem, pela prática da vida em Cristo e adquirem novo senso da fé[3].

O Domingo de Páscoa é a máxima solenidade do ano litúrgico[4], pois a ressurreição de Cristo é o fundamento da nossa fé e da nossa esperança, no qual fomos inseridos por meio do Batismo e da Confirmação: mortos, sepultados e ressuscitados com Ele. Chamava-se, esse tempo, originalmente, de Quinquagésima Pascal ou Quinquagésima de Alegria[5], solenizados como se fossem uma só festa contínua de um único dia festivo, um grande domingo[6]. Em cada eucaristia, centro da vida cristã, essa alegria, está expressada nos “aleluias” proclamados solenemente. Os domingos do tempo pascal são identificados também pelas perícopes evangélicas neles proclamadas, de forma que se poderia denominá-las a partir delas: aparições do Ressuscitado no II e III Domingos; o Bom Pastor no IV Domingo; trechos do discurso de despedida no V e VI Domingos; e da oração do Senhor no VII Domingo, depois da última ceia[7].

Para melhor perceber e contemplar a riqueza do mistério de Cristo, na vida do povo pela liturgia, analisar-se-á os textos eucológicos desses domingos e mostrar-se-á a teologia presente neles, de modo que nos ajudem a perceber mistério pascal de Cristo na consumação gloriosa da sua obra salvífica[8]. Por isso, veremos como o mistério pascal vai se desdobrando dentro das eucologias, dizendo o mistério da ressurreição a partir dos textos e percebendo de qual forma os neófitos e todos os batizados renovam sua fé.  A finalidade é evidenciar a mistagogia e a dimensão ética do mistério celebrado, nesses formulários.

II. O Mistério Pascal, a teologia das eucologias

 A realidade sacramental celebrada, na Quinquagésima da Alegria, concretiza a Páscoa de Jesus Cristo. E nós, incorporados ao mistério pascal, somos chamados a fazer de nossas vidas uma passagem ao Pai, de páscoa em páscoa, até a definitiva no Reino[9]. Já “renovados pela profissão de fé e pelo batismo, consigamos a eterna felicidade[10]. É isso que se espera alcançar mediante a graça que nos renova. Essa renovação é-nos proporcionada pela profissão de fé e pelo batismo[11]. Neste sentido, se pede que compreendamos, sobretudo os neófitos, mais eficazmente os sacramentos da iniciação cristã: “o batismo que nos lavou, o Espírito que nos deu nova vida e o sangue que nos redimiu”[12].

Entretanto, como sugere a oração pós-comunhão, tal compreensão é vivencial e não meramente um conhecimento intelectual: “que conservemos em nossa vida o sacramento pascal que recebemos[13]. Emerge, pois, a importância das obras da ressurreição, do testemunho de vida. Afirma-se, desde agora, a possibilidade de uma nova e renovada humanidade pelo dinamismo do Espírito do Ressuscitado.

 A festa celebrada não é uma ideia, mas uma pessoa, é Cristo o Cordeiro pascal imolado e glorificado[14]. A Igreja, reunida, celebra, atua, atualiza e proclama o mistério da “renovação da festa pascal” e realiza-se, pelo “batismo que nos lavou”, a obra da nossa redençãopelo “Espírito que nos deu nova vida” com o sangue que nos remiu. A comunidade é, nesse sentido, presença e prolongamento do Cristo Ressuscitado.

Dessa forma, celebra-se o evento Cristo, ponto focal e acontecimento aglutinante de toda história realizada uma vez por todas e para sempre[15], que recapitula em si[16], na sua Páscoa, toda história da economia da salvação. É o evento fundante de nossa fé. Ora, celebramos nessa festa o próprio Cristo no seu mistério. Na celebração, portanto, atingimos o escopo último da nossa fé: a interiorização do mistério, até a consumação dos tempos[17], é o que está evocado em todos os textos eucológicos.

Neles percebemos, também, o acento da alegria: tempo de exulte; das alegrias celestes; de celebrar estes dias de júbilo com fervor[18]. Essa alegria jubilosa se dá, especificamente, pela mistagogia celebrada nesses dias, a saber: por renovar a nossa fé e compreender melhor o batismo; pela adoção filial, imputada pelo mesmo batismo que nos faz nova criatura pelo Espírito; e, assim fazer parte do rebanho de Cristo, o Bom Pastor que deu sua vida a todos. É graças a renovação sacramental que podemos chegar à gloria eterna[19]. Por isso, as orações estão num víeis batismal escatológico[20], pois a “ressureição e a glorificação do Senhor são o anúncio da vida que nos será dada”[21].

 O próprio Senhor, “para nós que cremos, abriu a estrada pela qual também passamos da morte à vida”[22]. Por isso se pede que Deus permaneça “junto ao vosso povo e faça passar da antiga à nova vida[23]. Passagem que nos é concedida pela comunhão nos divinos mistérios[24]. No VI Domingo, denota, a partir dessa passagem, a verdadeira alegria pascal que é a vivência de uma nova vida. Por isso se pede “para que nossa vida corresponda sempre aos mistérios que recordamos[25].

Diante do exposto, percebe-se que o tempo Pascal, denota quatro dimensões complementares: cristológica (redenção e adoção filial); peneumatológica (o Espírito nos possibilita vida nova); eclesial-sacramental (um só rebanho conduzido às fontes de água vivia)[26]; e escatológica (conduzidos às alegrias celestes nos prados eternos)[27]. As orações, são, portanto, uma verdadeira síntese da fé no mistério pascal partilhado conosco mediante os sacramentos[28].

Como vimos, o tempo Pascal destaca a novidade batismal da vida cristã, em continuidade com a novidade do Ressuscitado. A Páscoa cristã é uma comemoração da libertação por Cristo de toda a humanidade da escravidão do pecado e da morte. É uma libertação antes de tudo espiritual, mas que deve caminhar para uma libertação plena, também histórica, por uma transformação do mundo em que vivemos, mas sem dúvida alguma na nossa ressurreição futura e com a instauração do Reino definitivo de Cristo. A Igreja, na Páscoa de Cristo, inicia a caminhada da humanidade, em direção à Jerusalém celeste[29].

Como nos ensinam os bispos do Brasil: “Oferecer-nos a nós mesmos na nossa Páscoa, Páscoa de Cristo na Páscoa da gente, Páscoa da gente na Páscoa de Cristo”[30]. Trazer a Páscoa da nossa vida, sofrimentos, decepções, vitórias, alegrias, para inserir no Mistério Pascal de Cristo, e levar a Páscoa de Cristo para a nossa vida dando um sentido novo aos nossos sofrimentos e alegrias[31].

III. Aprofundando a mistagogia das orações

            De forma catequética, pode-se notar um caminho mistagógico nas orações. No II domingo, pede-se pelos neófitos, “crianças recém-nascidas” nesta Páscoa[32] e pelos cristãos que renovam a sua fé, nos exercícios quaresmais. Que eles conheçam e vivam profundamente, o mistério pascal que brota da graça divina[33] mediante o batismo adquirido, onde são inseridos nas promessas da eterna felicidade, recebidas e renovados sacramentalmente no próprio mistério pascal de Cristo[34]. Para tanto, é necessário conservar (viver) os sacramentos pascais (batismo-confirmação-eucaristia) com fidelidade[35].

No III Domingo, acentua-se a alegria provocada no fiel pela ressureição do Senhor.[36] Os neófitos e os que já eram cristãos pela Páscoa recebem a filiação e renovam com alegria a condição de filhos de Deus. Por isso, podem, inequivocamente, confiar no dom da ressurreição, pois são “introduzidos pelo Espírito Santo na prometida plenitude dos tempos”[37]. Foram batizados para participar do mistério que foi revelado no dia do batismo de Jesus: a Trindade. Jesus é o Filho amado e nós somos filhos nele, e sobre nós vem o Espírito do Pai[38] que agora recuperamos “com alegria a condição de filhos de Deus”esperemos “com plena confiança o dia da ressurreição[39]. E ainda, pelo sacrifício e refeição eucarística, antegozam do Reino de Deus. Por isso se pede que o bom Deus conceda a graça de chegar um dia à glória da ressurreição definitiva[40].

Desta forma, nesse domingo, como diz o texto da antífona de entrada, todos são convidados a render glória e louvor ao nome de Deus[41]. Este tempo pascal é tempo de alegria diante da vitória de Cristo ressuscitado[42]. A “causa de tão grande júbilo” é a misericórdia de Deus que recebe “as oferendas […] da Igreja em festa[43] e ela suplica que conceda “também a eterna alegria[44]. Assim, espera-se, confiantemente, pelos sacramentos pascais recebidos, alcançar a “glória da ressurreição[45].

O IV Domingo da Páscoa é dedicado ao Bom Pastor. Segundo Taborda, é uma “das representações mais antigas de Cristo”[46]. Por isso que, além das perícopes evangélicas, na eucologia deste Domingo evoca-se ao Bom e eterno Pastor, ressuscitado, que “deu a vida por seu rebanho[47]. A comunidade orante pede que o bom Pastor conduza suas ovelhas aos apriscos do céu, apesar da fraqueza do rebanho[48].

Essa mistagogia é extremamente realista e humilde, pois sabe da fragilidade e do perigo do caminho e que com as próprias forças não podem caminhar[49]. Portanto, a assembleia confia não em suas forças, mas na “fortaleza do pastor[50]. É um retrato falado do Ressuscitado que se manifesta a nós como o “Bom Pastor” que nos leva à pastagem eterna. Toda eucologia desse Domingo está voltada para a metáfora do Pastor escatológico, contudo nas orações do dia e sobre as oferendas o Pastor é Cristo, mas na pós-comunhão é o próprio Pai, que remiu suas ovelhas pelo sangue de seu Filho[51]. Ora, como está no quarto evangelho, Jesus afirma que as ovelhas foram dadas pelo Pai e “Eu e o Pai somos um”.[52] Estão unidos na ação salvífica em favor da humanidade que constitui o rebanho do qual Deus é o Pastor.[53]

As orações proferidas na assembleia orante no V Domingo da Páscoa, tem como referência vital o Cristo que nos faz participar de sua condição de Filho, que nos faz “passar da antiga à nova vida”, concedida a nós pela comunhão dos divinos mistérios[54]. Da Páscoa nos vem a graça dessa passagem e participação dos mistérios que se dá no sublime diálogo sacrifical[55]. Pelo sacrifício temos comunhão na “única e suprema divindade[56]. Cabe a todos os batizados, confiantes nas graças sacramentais recebidas, esperar e amar fielmente ao Deus verdadeiro por toda vida[57]. Pois, agora, a participação na Páscoa de Cristo exige uma vida nova, uma plena liberdade de filhos e filhas, que nos foi concedida pela Sua redenção.

No VI Domingo da Páscoa, chegando ao fim do Tempo Pascal, renova-se em nós a alegria despertada pelo mistério da ressurreição. É o que as orações pedem incessantemente. Essa alegria, como declinamos anteriormente, não é uma informação abstrata da vitória do Senhor sobre a morte, mas existencial: sofrimento humano. Louvamos e nos alegramos para que nossa vida “corresponda sempre aos mistérios”[58] que celebramos. É pelo testemunho que proclamaremos a nossa fé, é dessa forma que “anunciaremos com alegria até os extremos da terra”.[59] Na oração sobre as oferendas, se pede que aumente a fidelidade de “corresponder cada vez melhor aos sacramentos do vosso amor[60]. Ressalta, assim, que não podemos contentar-nos por alcançar algum grau de fidelidade aos sacramentos do amor de Deus, mas precisamos crescer cada dia mais no seio da comunidade. Esse crescimento só pode vir da “força desse alimento salutar” que é a Eucaristia, sacramento pascal que nos renova para a vida eterna[61].

IV À guisa de conclusão

O caminho percorrido até aqui evidencia a riqueza teológico-litúrgica da catequese mistagógica contidas nessas orações do Tempo da Páscoa. Vimos que elas estão eminentemente ligadas ao mistério fulcral da nossa fé, o Mistério Pascal. Participar das celebrações desta grande festa do ano litúrgico, portanto, é tornar presente os acontecimentos históricos salvíficos de Cristo[62]. Por esta razão, celebrar é tornar presente a permanente paixão, morte e ressureição de Cristo na história, renovando o mundo com a sua presença e nos conduzindo em nossa peregrinação terrena.[63] Em sua ressurreição vivemos uma vida nova, pois, a Páscoa da Ressurreição é o nosso definitivo êxodo do mundo do pecado e da escravidão para o mundo da gloriosa liberdade de filhos de Deus.[64]

Referências Bibliográficas

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MAIA, Iago P. A relação da Encarnação e da Ressurreição do Senhor nas orações das missas da Oitava do Natal e nos prefácios de Natal. Revista de Liturgia, São Paulo, v. 11, n. 48 – 288, nov./dez. 2021.

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TABORDA, Francisco. Nas fontes da vida cristã: uma teologia do batismo-crisma. 3. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2012. (Coleção theologica).


[1] DANIÉLOU, Jean. Bíblia e Liturgia: A teologia bíblica dos sacramentos e das festas nos Padres da Igreja. São Paulo: Paulinas, 2013. (Fonte Viva). p. 297.

[2] CONSTITUIÇÃO Sacrosanctum Concilium, n.5 In: CONCÍLIO VATICANO II Compêndio do Vaticano II: constituições, decretos e declarações. 31.ed. Coordenação de Frederico Vier. Petrópolis: Vozes, 2015. É de bom alvitre ressaltar que, o mistério pascal não se reduz à morte e ressurreição, como se pode ser tentado a pensar, mas resume todo mistério de Cristo, pois sua morte e sua ressurreição só se entendem quando consideramos o conjunto de sua existência, da encarnação à parusia,(retorno do Senhor) e mesmo na preexistência, SC,102-103.

[3] RICA, 38.

[4] NALC, 1.

[5] TABORDA, F.; KONINGS, J. Celebrar o dia do Senhor: subsídios litúrgicos, anos A, B, C. São Paulo: Paulus, 2020 (v. 1). p.94.

[6] CELAM. A celebração do Mistério Pascal: Outras expressões celebrativas do Mistério pascal e a liturgia na vida da Igreja. São Paulo: Paulus, 2007. (Manual de Liturgia, IV). p.36-37.

[7] TABORDA; KONINGS op. cit., p. 95.

[8] TARBORDA; KONINGS op. cit., p. 5-7 elucubra incisivamente que esses textos eucológicos nos “fornecem uma rica teologia do tempo litúrgico em andamento. Sua meditação pode introduzir-nos no sentido mais profundo desse tempo e possibilitar sua vivência”.

[9] TABORDA, Francisco. Nas fontes da vida cristã: uma teologia do batismo-crisma. 3. ed. São Paulo: Edições Loyola, 2012. (Coleção theologica) p.246

[10] Oração do dia II Domingo de Páscoa.

[11] Oração ofer. II Domingo de Páscoa.

[12] Oração do dia II Domingo de Páscoa.

[13] Oração pós-com. II Domingo de Páscoa.

[14] Por esta razão a Páscoa, antes de tudo, tem uma dimensão cristológica, pois é “Cristo nossa Páscoa” 1Cor 5,7s. 

[15] AUGÉ, Matias. Ano Litúrgico: é o próprio Cristo presente na sua Igreja. São Paulo: Paulinas, 2019. (coleção fonte viva). p.53.

[16] AUGÉ, Op. Cit. p.67 afirma que “recapitular em Cristo todas as coisas, as do céu e as da terra” (Ef 1,10). Aqui ilustra a unidade do desígnio salvífico de Deus, criação e redenção, na única economia salvífica. Toda essa tem, segundo Irineu (seguindo a concepção de Justino) um único ponto de referência: Jesus Cristo. Ele eleva o mundo prostado, pela sua ressurreição a Deus.

[17] BERGAMINI, Augusto. Cristo, Festa da Igreja: O Ano Litúrgico. São Paulo: Paulinas. p.58.

[18] Trechos das orações dos Domingos (II-VII) de Páscoa.

[19] Oração pós-com. III Domingo da Páscoa.

[20] É Importante destacar que as “orações estão centradas nos neófitos, i.e., naqueles que foram batizados na Vigília Pascal”, mas sem omitir os cristãos veteranos na renovação da fé (TABORDA, F.; KONINGS, J. Op. Cit. p.115).

[21] Agostinho, Santo. Comentário aos Salmos (148,1-2). NBA; PL 37, 1609.

[22] Ibidem, 120,6,

[23] Oração pós-com. V Domingo da Páscoa.

[24] Ibidem.

[25] Oração do dia: VI Domingo da Páscoa.

[26] Oração do dia: IV Domingo da Páscoa.

[27] Oração do dia: e pós-com. IV Domingo da Páscoa.

[28] BERGAMINI, Augusto. Op. Cit. p.386.

[29] Ap 21

[30] Documento 43 da CNBB, Animação da Vida Litúrgica no Brasil, n.300.

[31] Retiro Pascal. “Ver nova todas as coisas em Cristo”. 2022. p.5-6.

[32] Antífona de entrada do II Domingo da Páscoa.

[33] SC, 61.

[34] SC, 6.

[35] Oração pós-com. II Domingo da Páscoa. Nas observações gerais do RICA, n. 21 pede-se que os catecúmenos tenham um grande senso de fé e de caridade e saibam o que estão celebrando.

[36] TABORDA, F.; KONINGS, J. Op. Cit. p.120.

[37] RICA, 27.

[38] TABORDA, Francisco. Op. Cit. p.174.

[39] Oração do dia: III Domingo da Páscoa.

[40] Oração pós-com. III Domingo da Páscoa.

[41] Antífona de entrada do III Domingo da Páscoa, tomada do Sl 65.

[42] FRANCISCO, Papa. Meditações matutinas na santa missa celebrada na capela da casa Santa Marta: Tempo de alegria. Quin., 12 de abril de 2018. Disponível em: <https://www.vatican.va/content/francesco/pt/cotidie/2018/documents/papa-francesco-cotidie_20180412_tempo-de-alegria.html>. Acessado: 13/04/2022.

[43] Oração ofer. III Domingo da Páscoa.

[44] Ibidem.

[45] Oração pós-com. III Domingo da Páscoa.

[46] TABORDA, F.; KONINGS, J. Op. Cit. p.121.

[47] Antífona de comunhão, IV Domingo da Páscoa.

[48] Oração do dia: IV Domingo da Páscoa.

[49] TABORDA, F.; KONINGS, J. Op. Cit. p.122. 

[50] Ibidem.

[51] Oração pós-com. IV Domingo da Páscoa.

[52] Jo 10,29-30

[53] TABORDA, F.; KONINGS, J. Op. Cit. p.122. 

[54] Oração pós-com. V Domingo da Páscoa.

[55] Oração ofer. V Domingo da Páscoa.

[56] Ibidem.

[57] Oração ofer. V Domingo da Páscoa.

[58] Oração do dia: VI Domingo da Páscoa.

[59] Antífona da entrada, V Domingo de Páscoa.

[60] Oração ofer. VI Domingo da Páscoa

[61] TABORDA, F.; KONINGS, J. Op. Cit. p.126.  

[62] SC, 7; 35; 102.  

[63] TABORDA; KONINGS, op. cit., p. 109.

[64] MISSAL COTIDIANO, p. 303.

Autor: Antônio Ruan Cordeiro de Oliveira.